A Europa defende em Goiânia o título dos Jogos Intercontinentais da FIM, com R7 e R3 da Yamaha

De 11 a 13 de dezembro de 2026, seis equipas continentais correm em Goiânia, no Brasil, em Supersport, Supersport 300 e, pela primeira vez, MX2. A Yamaha fornece as R7 e as R3 da pista. Não há portugueses na equipa da Europa.

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De 11 a 13 de dezembro de 2026, o Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, no Brasil, recebe a segunda edição dos Jogos Intercontinentais da FIM. Correm equipas das seis uniões continentais da FIM: África, Ásia, Europa, América Latina, América do Norte e Oceânia. A Europa ganhou a primeira edição, em Jerez, em 2024, e vai defender o título.

O circuito de Goiânia já recebeu este ano o regresso do MotoGP ao Brasil, em março.

Três categorias e as motas da Yamaha

A Yamaha R3 de 2026 em azul, no cavalete, numa pista

Cada continente leva 12 pilotos, quatro em cada categoria: Supersport, Supersport 300 e MX2. As duas de velocidade já estavam em Jerez. O MX2 é novo e leva os Jogos ao motocrosse pela primeira vez.

Na pista, a Yamaha fornece as motas das duas categorias, R7 e R3. No motocrosse, cada piloto corre com uma mota fornecida no Brasil, da marca e do modelo que pedir, dentro do regulamento da FIM.

Quem pode correr

Cada equipa pode levar um especialista, um piloto com lugar fixo num Mundial da FIM em 2026. Tem ainda de levar pelo menos uma mulher em cada categoria, que também pode ter lugar fixo num Mundial. Todos os outros têm de ser pilotos em subida, sem lugar fixo num Mundial este ano.

A equipa da Europa

Na Supersport 300, o capitão é o italiano Alessandro di Persio, de 19 anos, que correu em Jerez e foi campeão da taça Yamaha R3 BLU CRU em 2025. Com ele vão Marc Vich Gil, de Maiorca, campeão da mesma taça em 2024 e este ano campeão espanhol de Supersport 300, a italiana Elisabetta Monti, de 16 anos, e o alemão Fynn Kratochwil, também de 16.

Na Supersport, o capitão é o italiano Elia Bartolini, que ganhou a categoria em Jerez. Este ano correu no novo Mundial de Sportbike e acabou entre os cinco primeiros numa corrida da ronda de abertura, em Portimão. Vão também o italiano Nicholas Spinelli, que ganhou uma corrida do Mundial de Superbike em Assen, em 2024, o britânico Alfie Davidson e a italiana Josephine Bruno, campeã europeia feminina em 2026.

No MX2, a capitã é a espanhola Daniela Guillén, de 20 anos, campeã do mundo de motocrosse feminino em 2026. Com ela vão os italianos Nicoló Alvisi e Francesco Bellei e o neerlandês Gyan Doensen.

Nenhum dos 12 pilotos da Europa é português.

Fontes

O motard mascarado por detrás da MotoZeni. Começou do zero numa CBR600RR e é marshal de pista. O Zero é o fundador da MotoZeni, a loja que publica esta secção.